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terça-feira, 13 de junho de 2017

Efemérides: Conflitos Civis





"Revolta" da Broa de Avintes (Finais de 2002)

Uma carta de reclamação pelo uso dos símbolos reais portugueses feita por um cidadão português macro, confrade da confraria da Broa de Avintes. Resultou no compromisso e adopção dos dois leões rampants guardants coroados ladeando o brasão.

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Pronunciamento Militar (2-4 Agosto de 2006)
Após eleições legislativas, mas numa pronunciada crise de actividade, os três oficiais das Reais Forças Armadas, comandados pelo general CEMGFA Jorge Filipe Guerreiro tomaram o governo a seu cargo e criaram um governo militar. Em função da moderação do rei D. Felipe IV ter sido retirada, este tomou guarida na lista Telegrapho Indiano de onde condenou o pronunciamento. Após 2 dias de governo militar, El-Rei fez render os oficiais revoltosos tendo estes sido colocados em prisão.

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Independência dos Algarves (4-31 Agosto de 2006)
Em resultado da sua prisão, extremada pelo zelo, o general Guerreiro viu negada a possibilidade de responder em lista ao juiz desembargador mor da altura e considerou que, sendo algarvio, mas já não livre, era altura de declarar a independência e cortar vínculos a Portugal. Durante um mês, os Algarves foram independentes, com estatutos e várias leis básicas, usando a lista Corridinho Algarvio. O governo de Lisboa, em retaliação, criou outro grupo Corridinho Algarvio, ficando até hoje duas listas algarvias. 
O Conflito chegou ao fim com o Tratado de Reunificação dos Algarves a RUPA, a 31 de Agosto, que deu vastas prerrogativas nacionais aos Algarves.

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Pronunciamento de Lisboa (16-17 Abril 2014)
Em Assembleia Nacional Revolucionária, a 16 de Abril, oito cidadãos, quase toda a população em RUPA na altura, assinaram o Manifesto Revolucionário Cívico-Militar, protestando a inatividade dos cidadãos e do Estado. Um ano após a restauração da Monarquia, em Referendo, a 25 de Maio de 2013, e era El-Rei Dom Felipe VII, que também foi Felipe IV de 2002 a 2007.
Na medida em que quase todos os cidadãos participaram, não houve conflito de relevância, e o movimento acabou por normalizar.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Colecção de Cromos da OdP: A Revolução Filosófica

Em Junho de 2006, a empresa Oficina da Prosa, ou OdP como era mais conhecida (hoje a Consortium/OdP), decidiu editar uma coleção de 6 cromos por ocasião do 4.º aniversário do Reino Unido. Aqui ficam então recuperadas essas peças de rupália para a posteridade, digitalizadas de impressões por parte do associado Jorge de Bragança e Feitos.



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sábado, 28 de setembro de 2002

Documenta: Fundação do Partido Democrata Português (28.9.2002)

É com muito orgulho que hoje, dia 28 de Setembro de 2002, venho fundar o primeiro partido Português, o PDP - Partido Democrata Português, qual segue o estatuto abaixo:
ESTATUTO DO PARTIDO DEMOCRATA PORTUGUÊS
Art.I - A Agremiação Política determinada do Partido Democrata Português tem por Princípios Básicos e Integrais:
I. A democracia baseada no Principio do socialismo, das instituições democratas,do sitema de governo e da eleição por votos.
II. A concordância e o apoio à Democracia Portuguesa.
IV. O respeito e a discussão das leis, da constituição e da ordem governamental pré - estabelecida.
Art.II - O Partido Democrata Português jamais fará distinção de seus membros, sendo requisito para sê-lo apenas o Socialismo Democrata como idealismo político.
Art.III - Poderão ser criadas correntes ideológicas menores dentro do Partido Democrata Português.
Art.IV - O Presidente do Partido tem mantado de 5 meses, podendo ser reeleito 3 vezes.
Art.V - Deverá tomar posse com o presidente,uma junta de secretários escolhidos pela votação interna do partido, o Secretário Geral será o novo presidente no caso do presidente em exercício tiver que se ausentar por qualquer motivo, ou tiver que se ausentar permanentemente.
PARÁGRAFO ÚNICO-Sobre as metas orgânicas:
As Metas orgânicas poderão ser propostas por qualquer membro do partido e imediatamente debatidas no parlamento pela bancada lá representada.
Art.V - O Presidente do Partido Democrata Português leva o título de "Supremo Líder Democrata",podendo ele anexar este título à sua assinatura oficial, podendo abreviar para "S.L.D.", o estandarte (logomarca com o simbolo e iniciais do partido) do partido deverá ser obrigatoriamente colocado nas mensagem do presidentes referentes exclusivamente ao partido.
Art.VI - A sede do Partido Democrata Portugês na capital, cidade de Lisboa.
Art.VII - As lideranças regionais do partido serão chamadas "Condestados regionais", e seus líderes serão eleitos dentre os membros do Partido nessas regiões, recebendo este líder o título de "Condestável de (região)".
Art.VIII - O Partido Democrata Português toma estas linhas como seu Estatuto, tomando respeito e obediência à Constituição Real e às Leis restantes do Reino Unido de Portugal e Algarves.
Está fundado nessa data o Partido Democrata Português
Cidade De Lisboa, 28 de Setembro de 2002
Fernando Booze

Fundador do Partido Democrata Português