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domingo, 31 de maio de 2009

Instituições: Banco de Portugal e Algarves (2004- )


A Instituição
O Banco de Portugal e Algarves foi fundado a 31 de Maio de 2004, sendo o seu primeiro governador Ivo Noleto, que também desenvolveu o sistema.

A primeira transferência oficial do BPA aconteceu a 4 de Março de 2006.

História
Desde 2004 que existe o projecto económico português-algarvio como parte integrante do projecto micronacional de RUPA. Em 31/5/2004, o Banco de Portugal e Algarves foi fundado, com o objectivo de fomentar a criação de uma banco que permitisse a introdução da dimensão económica na prática micronacional portuguesa-algarvia.

Na sua essência, a economia portuguesa-algarvia é liberal, com uma forte aposta na livre concorrência e numa economia de mercado saudável. Desde o seu início, um proteccionismo excessivo foi sempre posto de lado, tendo em vista a criação de mercados transnacionais, que na visão dos sucessivos governos, potenciaria a acção económica de vários países. Acreditámos, na altura, como agora, que o potencial económico micronacional só se efectivaria de facto com vários países e seus cidadãos a efectuarem negócios e trocas comerciais inter(micro)nacionais, criando assim um mercado vasto, não limitado a uma só micronação.

Dois exemplos foram sempre observados com especial atenção. Na anglofonia, o projecto MicroXchange 2, um banco em PHP que agrega cerca de dezena e meia de micronações.
Na lusofonia, o Principado de Sofia, isolado e só, um possível e desejado parceiro comercial.

No início deste ano, finalmente Portugal e Algarves conseguiu colocar no ar um sistema económico. Nessa altura, era preciso legislar, mas mais importante, instalar um sistema económico onde não havia nada, senão vontade.

Antes mesmo de termos um sistema, foi necessário criar as leis de base da actividade económica. Nesta legislação, foi estabelecido o essencial:

- Lei n.º 005/2005 das Empresas e da Actividade Económica (de 8 de Agosto de 2005)
- Lei n.º 007/2005 Orgânica do Banco de Portugal e Algarves (de 27 de Outubro de 2005)
- Lei n.º 008/2005 Orgânica do Real Conselho de Política Monetária (de 27 de Outubro de 2005)

Para além do estabelecimento de três sectores económicos: o público, o privado e o cooperativo/social, a Lei n.º 5/2005 estabeleceu que qualquer empresa, nacional ou estrangeira, se poderia estabelecer em Portugal e Algarves, provendo que tivesse, a todo o momento, um representante oficial na lista nacional.
As seguintes duas leis organizaram a supervisão política do sistema económico, sediando-o no Real Conselho Político Monetário, presidido pelo Ministro da Economia e Finanças, e constituído por um representante do Rei, pelo Governador do Banco e por um representante das Cortes Gerais (legislativo).

Com o sistema no lugar, e os últimos bugs resolvidos, o principal problema agora era a regulamentação da instalação efectiva do sistema.
Embora complexo, a ideologia em volta da economia aclararia, através da discussão política e técnica, o procedimento.

A economia, em Portugal e Algarves, é vista como mais uma dimensão do micronacionalismo. Uma que se segue a outras três, bem conhecidas da lusofonia - a política, a social e a desportiva. Assim, como todas as outras, haveria de basear a economia em princípios de actividade, sendo que a economia, em última análise, deveria auxiliar e potenciar a actividade micronacional.

Assim, com base num plano de Evander Lewis, que ele havia congeminado ainda na saudosa República de Havana, foi estabelecido que o Tesouro de Portugal e algarves era, a um primeiro nível, os seus cidadãos e cidadãs - os motores de toda a actividade, e depois, as páginas de internet.

A partir do estabelecimento de um valor do ordenado médio, calculou-se quanto se gastaria para pagar esse ordenado a cada um dos cidadãos activos pelo prazo de 5 anos. Somou-se a essa resultado um outro cálculo para determinar quanto custaria manter cada uma das páginas de RUPA pelo mesmo período de 5 anos. Assim se determinou o valor total do Tesouro Real, ou a quantidade de dinheiro que se haveria de introduzir no sistema. Chegou-se a este número:

260,000$00 (duzentos e sessenta mil réis ou mérreis)

- Decreto-Lei n.º 03/2006.1, de 26 de Fevereiro, Da Regulamentação e Directrizes Económicas
- Decreto-Lei n.º 04/2006.1, de 28 de Fevereiro, Da Forma de Cálculo do Tesouro Nacional e Emissão de Moeda

Um novo problema surgiu - Como distribuir este dinheiro pelos cidadãos?
Ao invés de abordarmos o problema de uma forma pai-natalícia, decidiu-se pela contenção. No geral, o dinheiro seria distribuído por dois canais:

- Ordenados da função pública;
- Empréstimos bancários.

Apesar disto, achou-se por bem instituir o SISM (portaria abaixo), que daria 16$00 a cada cidadão, i.e., 80% do salário mínimo. Muitos acusaram o Primeiro-ministro (eu) de forreta, mas o princípio de anti-virtualismo excessivo esteve sempre em acção. A economia portuguesa-algarvia pretendia ser um incentivo ao empreendedorismo e não uma distribuição caridosa de dinheiro. Os governos teriam a responsabilidade de agilizar a entrada do dinheiro na economia de forma sustentável e rigorosa.


- Portaria Ministerial n.º 2/2006.1, de 1 de Março, Do Subsídio de Instalação do Sistema Económico (Ministério da Economia e Finanças)

Origens
O BPA foi desenvolvido pelo cidadão nacional Ivo Noleto (nome macro: Marcelino Neto). Inicialmente o projeto era mais ambicioso, conforme se pode ver pelas várias funções que estão desabilitadas.
No entanto, o BPA foi inaugurado com as funções básicas para transferência de dinheiro de contas para conta. O sistema baseia-se numa base de dados excel, online em Asp.net.
A sua maior falha é a impossibilidade de um cliente pode abrir a sua conta, tendo que ser o gerente a introduzir os dados diretamente na base de dados. Ainda assim, desde 2004 que se foi desenvolvendo procedimentos técnicos e legislação para a introdução de um sistema monetarista em RUPA.

Evolução
Quando o meu pai e fundador do Reino Unido, D. Felipe IV abdicou, em finais de 2006, passou-me a posse do Banco de Portugal e Algarves.
Pela sua própria construção, o BPA foi desenvolvido para albergar vários tesouros nacionais e sistemas bancários diferentes. Assim, após o início da atividade monetarista portuguesa-algarvia em 2005, o BPA abriu sistemas bancários paras as seguintes micronações:

- Reino da França (2009) (código de país: 2) – através de Contrato Internacional Público, em vigor, com asinatura de tratado que efetiva uma ligação económica e câmbio;
- Império da Bélgica (código de país: 3) – sem contrato escrito, mas verbal em vigor, apesar da inatividade da micronação;
- Reino de Santa Maria (código de país: 4) – sem contrato escrito, mas verbal em vigor, apesar da inatividade da micronação.

Hoje
Atualmente, o BPA está na sua plataforma principal, comercial, em https://communities.cyclos.org/pa, usando tecnologia da Cyclos e em seu alojamento cedido.

Nos primeiros anos de funcionamento, estava numa base da dados mysql, em utilização conjunta pelo Reino da França Micronacional, através do BPA-Paris, desde 2009 até recentemente.
O BPA é dirigido por um Governador, mas está dependente diretamente do Ministério da Economia e do Real Conselho de Política Económica (constituído por representantes dos poderes moderador, executivo e legislativo).

GOVERNADORES
31.5.2004 - ? - Ivo Noleto
12.11.2005 - ? - Alexis Fouttar de Tocqueville
Setembro/2006 - ? - António Fábio de Vigo e Ourense

26.12.2013 - ? -Tibério Tibas 

Relatórios BPA
Abril 2006
Dos 7,148$33 que circularam durante o mês, em 29 transferências, 6,884$33 (96,3 %) foram movimentados a partir de contas de empresas ou autoridades públicas, enquanto que 246$00 (3,7 %) foram-no por cidadãos, empresas ou instituições privadas.

Maio 2006
- O Valor Total de dinheiro movimentado baixou de 7148$33 (em Abril) para 5337$83 (descida de cerca de 1/4), devido a uma segunda quinzena quase sem movimentos económicos. - As Transferências, por sua vez, subiram de 29 (Abril) para 36, mantendo a sua tendência de subida estável, desde o início do sistema económico. - O Valor Médio por Transferência desceu de 246$49 (Abril) para 148$27, talvez motivado pelo único empréstimo feito pelo BPA e que foi imeditamente amortizado.  - A Distribuição Percentual entre o Sector Público e Privado atingiu níveis inauditos este mês com a seguinte distribuição: SECTOR PÚBLICO - 57,3 % - referente a transferências originadas de organismos públicos e do Tesouro Nacional; SECTOR PRIVADO - 42,7 % - referente a transferências originadas de organismos privados (pessoas, empresas, fundações, etc.)

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Banco: Relatório da Economia, 2008

REINO UNIDO DE PORTUGAL E ALGARVES
BANCO DE PORTUGAL E ALGARVES

RELATÓRIO-SÚMULA DOS MOVIMENTOS FINANCEIROS
Do início de 2008 até ao passado dia 18 de Setembro

Nota: Este relatório não toma em conta os movimentos entre contas governamentais, no valor de 42,500$000, relativos a subsídios estatais aos governos regionais, para melhor análise da saúde económica portuguesa-algarvia.

VOLUME GERAL: 64,010$000
VALOR TOTAL QUE CIRCULOU: 32,005$000

A) VALOR E PERCENTAGEM DO VOLUME GERAL POR TIPO DE CONTA:

a) Pessoas Físicas ou Individuais: 33,691$000 (52,63%)
b) Pessoas Jurídicas ou Colectivas Privadas: 4,056$000 (6,34%)
c) Pessoas Jurídicas ou Colectivas Públicas: 26,263$000 (41,03%)

Análise: Nota-se a tendência de predomínio das pessoas físicas/individuais (cidadãos) e das pessoas jurídicas/colectivas públicas (governo), gerada na razão de que o pagamento de salários à função pública é a actividade financeira mais importante. Ambos os sectores movimentam 93,66% de todo o volume de dinheiro que circulou em 2008.

B) VALOR E PERCENTAGEM, POR TIPO DE CONTA, RELATIVAMENTE A TRANSFERÊNCIAS FEITAS:

a) Pessoas Físicas ou Individuais: 7,787$000 (24,33%)
b) Pessoas Jurídicas ou Colectivas Privadas: 684$000 (2,14%)
c) Pessoas Jurídicas ou Colectivas Públicas: 23,534$000 (73,53%)

Análise: Continua aqui a perceber-se o predomínio esmagador da relação cidadãos-Estado, indicando que o Governo (com quase 3/4 de todas as transferências feitas) é virtualmente o maior movimentador activo de dinheiro. De notar os valor transferidos pelos cidadãos (praticamente 1/4 de todas as transferências feitas), nem todas de volta ao Governo.

C) VALOR E PERCENTAGEM, POR TIPO DE CONTA, RELATIVAMENTE A TRANSFERÊNCIAS RECEBIDAS:

a) Pessoas Físicas ou Individuais: 25,904$000 (80,94%)
b) Pessoas Jurídicas ou Colectivas Privadas: 3,372$000 (10,54%)
c) Pessoas Jurídicas ou Colectivas Públicas: 2,729$000 (8,53%)

Análise: Único elementos estatístico onde as empresas privadas obtém alguma notoriedade, com 10,54 %.
Em cada 10 reis transferidos, 8 caiem em contas de cidadão privados, mas apenas 2 saiem destas últimas contas.

Quadro 1:
Destino (vertical) e Origem (horizontal) das Transferências (em reis)
 
 
Físicas/Individuais
Jurídicas/Colectivas
Governamentais
Físicas/Individuais
2750$000
2331$000
2706$000
Jurídicas/Colectivas
660$000
1$000
23$000
Governamentais
22494$000
1040$000
42,500$000
 
 
- Notam-se as tendências já indicadas na 1.ª parte do relatório-súmula;
- De notar que muito dos valores pagos pelo Governo aos cidadãos, são referentes a salários em atraso

que já vinham desde o 2.º trimestre de 2007, pelo que pode exagerar a recolha.

segunda-feira, 5 de junho de 2006

Banco: Tendência da Economia, Maio 2006

Durante o mês de Maio de 2006, a economia Portuguesa-algarvia baixou ligeiramente de rendimento, nomeadamente em virtude da saída da empresa RW - Rodricvs Web, Co., que terá afectado ligeiramente os movimentos gerais. Ainda assim, a sua movimentação para fora do mercado e amortização total da dívida de 1000$00, permitiu um bom desmpenho do sector privado que obteve 42,7% de todos os movimentos, embora não gerando riqueza a médio e longo prazo.

Durante o mês de Maio [de 2006]:

- O Valor Total de dinheiro movimentado baixou de 7148$33 (em Abril) para 5337$83 (descida de cerca de 1/4), devido a uma segunda quinzena quase sem movimentos económicos.
- As Transferências, por sua vez, subiram de 29 (Abril) para 36, mantendo a sua tendência de subida estável, desde o início do sistema económico.
- O Valor Médio por Transferência desceu de 246$49 (Abril) para 148$27, talvez motivado pelo único empréstimo feito pelo BPA e que foi imeditamente amortizado.

- A Distribuição Percentual entre o Sector Público e Privado atingiu níveis inauditos este mês com a seguinte distribuição:

SECTOR PÚBLICO - 57,3 % - referente a transferências originadas de organismos públicos e do Tesouro Nacional
SECTOR PRIVADO - 42,7 % - referente a transferências originadas de organismos privados (pessoas, empresas, fundações, etc.)

Esta distribuição é no entanto frágil e circunstancial, na medida em que foi motivada pela amortização do empréstimo de 1000$00 da empresa RW, em saída do mercado nacional.
Convirá esperar pelos números de Junho, que poderão dar uma mais clara perspectiva acerca da real distribuição, em termos supra-mensais.

Desde já, ficarei ao dispor da Imprensa e dos cidadãos para eventuais esclarecimentos,

Os meus melhores cumprimentos,

D. Jorge Quinta-Nova Halliwell
BPA, Governador

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Banco: Relatório de Economia, Abril 2006

BANCO DE PORTUGAL E ALGARVES
Governadoria

RELATÓRIO ESTATÍSTICO
MÊS DE ABRIL DE 2006

A Governadoria do BPA tem o prazer de divulgar alguns dados estatísticos relativamente ao mês transato, de forma a permitir uma monitorização dos volumes transferidos, tentando assim uma avaliação da prestação económica portuguesa-algarvia.

A) VOLUME FINANCEIRO MENSAL

Volume total de transferências: 7,148$33
Número de Transferências - 29
Volume médio por transferência - 246$49

O volume de dinheiro tranferido está dominado por 3 tendências. 1.º os Empréstimos num volume total de 5000$00; 2.º o pagamento de Ordenados à função pública, e 3.º as pequenas transferências (doações, pagamento de serviços).

B) DISTRIBUIÇÃO ENTRE OS SECTORES PÚBLICO E PRIVADO

Relativamente à origem das transferências, a divisão entre os sectores Público e Privado é esmagadora, a favor do primeiro:

Sector Público - 6884$33 (96,3 % do volume total)
Sector Privado - 246$00 (3,7 % do volume total)

O esmagador volume de negócios vindos do sector público não é surpresa, vindo principalmente dos empréstimos do BPA a empresas e cidadãos, assim como os pagamentos de ordenados.
Ainda assim, os 3,7 % são um indicativo positivo de um sector privado já existente, não só em actividade comercial, mas principalmente através de doações e mecenato.

C) CONCLUSÕES

- A economia portuguesa-algarvia está ainda em processo de sedimentação, mas revela já alguma movimentação ao nível das empresas e dos cidadãos;

- Apesar do precedente, seria desejável ter uma maior percentagem do sector público, o que significa que poucas foram as empresas, até agora, a contrair empréstimos e a criar Capital Social próprio.
Neste nível inicial, o Estado é o responsável pela introdução de dinheiro na economia, devendo os cidadãos e as empresas, tomar acções no sentido de reclamar capital próprio.

Redator do Relatório: D. Jorge Quinta-Nova Halliwell (Governador)
Lisboa, 3/5/2006