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sábado, 8 de abril de 2017

Instituições: Instituto Habitacional Português-Algarvio (2005- )


A Instituição
Instituto Habitacional Português-Algarvio, ou IHPA, foi fundado a 13 de Maio de 2005, pelo Ministério do Planeamento e Infraestrutura, com as atribuições de: a) Gerir todos os programas de habitação e planeamento urbano no território nacional; b) Regulamentar o acesso do Cidadão à habitação, através de programas públicos de apoio e incentivo; c) Prover pela criação e colocação on-line de todos os mapas habitacionais de Portugal e Algarves; d) Colaborar activamente com as regiões administrativas na definição de práticas e políticas de habitação e planeamento urbano, a nível local; e) Organizar cursos e acções de formação relativas à área da habitação e planeamento urbano.
Logótipo do MPI (2005)

A 13 de Maio de 2005, foi nomeada a primeira direção do IHPA:


Presidente - Jorge de Bragança e Feitos

Vogal - Filipe Pombo de Bragança e Feitos
Vogal - Henrique Eduardo Halliwell

Hoje

O IHPA é hoje uma empresa pública, com capital social de 12,000$000, detida em 60% pelo Estado e o restante dividido entre investidores privados, tendo por base o Decreto-Lei n.º 11/2013, de 5 de Dezembro. A 1 de Fevereiro de 2014, a sua participação social era assim:

- O Governo Português, detentor de 1.200 (mil e duzentas) ações, no valor de 12.000$000 (doze mil réis), perfazendo 60,0 % das ações totais do Instituto;
- A Casa Comercial de Finanzas da Cidade de Vigo, detentora de 200 (duzentas) ações, no valor de 2.000$000 (dois mil réis), perfazendo 10,0% das ações totais do Instituto;
- A Casa Real Portuguesa, detentora de 163 (cento e sessenta e três) ações, no valor de 1.630$000 (mil e seiscentos e trinta réis), perfazendo 8,15% das ações totais do Instituto;
- O sr. D. Lucas de Baqueiro, duque de Vigo e conde de Ourense, detentor de 160 (cento e sessenta) ações, no valor de 1.600$000 (mil e seiscentos réis), perfazendo 8,00% das ações totais do Instituto;
- A Consortium S/A, detentora de 100 (cem) ações, no valor de 1.000$000 (mil réis), perfazendo 5% das ações totais do Instituto.
A razão de 177 (cento e setenta e sete) ações encontram-se disponíveis a venda para o público, perfazendo 8,85% das ações totais do Instituto.

Blogue-sede:
http://ihpa2002.blogspot.pt/

PRESIDENTES

13.5.2005 - ? - Jorge de Bragança e Feitos
8.12.2013 - ? - Lucas d’Aviano de Morais

MAPAS HABITACIONAIS

Província Real da Estremadura
Reino dos Algarves
Principado das Beiras
Vice-Reino das Índias Orientais
Reino da Galiza e Norte de Portugal
Vice-Reino das Índias Ocidentais

domingo, 31 de maio de 2009

Instituições: Banco de Portugal e Algarves (2004- )


A Instituição
O Banco de Portugal e Algarves foi fundado a 31 de Maio de 2004, sendo o seu primeiro governador Ivo Noleto, que também desenvolveu o sistema.

A primeira transferência oficial do BPA aconteceu a 4 de Março de 2006.

História
Desde 2004 que existe o projecto económico português-algarvio como parte integrante do projecto micronacional de RUPA. Em 31/5/2004, o Banco de Portugal e Algarves foi fundado, com o objectivo de fomentar a criação de uma banco que permitisse a introdução da dimensão económica na prática micronacional portuguesa-algarvia.

Na sua essência, a economia portuguesa-algarvia é liberal, com uma forte aposta na livre concorrência e numa economia de mercado saudável. Desde o seu início, um proteccionismo excessivo foi sempre posto de lado, tendo em vista a criação de mercados transnacionais, que na visão dos sucessivos governos, potenciaria a acção económica de vários países. Acreditámos, na altura, como agora, que o potencial económico micronacional só se efectivaria de facto com vários países e seus cidadãos a efectuarem negócios e trocas comerciais inter(micro)nacionais, criando assim um mercado vasto, não limitado a uma só micronação.

Dois exemplos foram sempre observados com especial atenção. Na anglofonia, o projecto MicroXchange 2, um banco em PHP que agrega cerca de dezena e meia de micronações.
Na lusofonia, o Principado de Sofia, isolado e só, um possível e desejado parceiro comercial.

No início deste ano, finalmente Portugal e Algarves conseguiu colocar no ar um sistema económico. Nessa altura, era preciso legislar, mas mais importante, instalar um sistema económico onde não havia nada, senão vontade.

Antes mesmo de termos um sistema, foi necessário criar as leis de base da actividade económica. Nesta legislação, foi estabelecido o essencial:

- Lei n.º 005/2005 das Empresas e da Actividade Económica (de 8 de Agosto de 2005)
- Lei n.º 007/2005 Orgânica do Banco de Portugal e Algarves (de 27 de Outubro de 2005)
- Lei n.º 008/2005 Orgânica do Real Conselho de Política Monetária (de 27 de Outubro de 2005)

Para além do estabelecimento de três sectores económicos: o público, o privado e o cooperativo/social, a Lei n.º 5/2005 estabeleceu que qualquer empresa, nacional ou estrangeira, se poderia estabelecer em Portugal e Algarves, provendo que tivesse, a todo o momento, um representante oficial na lista nacional.
As seguintes duas leis organizaram a supervisão política do sistema económico, sediando-o no Real Conselho Político Monetário, presidido pelo Ministro da Economia e Finanças, e constituído por um representante do Rei, pelo Governador do Banco e por um representante das Cortes Gerais (legislativo).

Com o sistema no lugar, e os últimos bugs resolvidos, o principal problema agora era a regulamentação da instalação efectiva do sistema.
Embora complexo, a ideologia em volta da economia aclararia, através da discussão política e técnica, o procedimento.

A economia, em Portugal e Algarves, é vista como mais uma dimensão do micronacionalismo. Uma que se segue a outras três, bem conhecidas da lusofonia - a política, a social e a desportiva. Assim, como todas as outras, haveria de basear a economia em princípios de actividade, sendo que a economia, em última análise, deveria auxiliar e potenciar a actividade micronacional.

Assim, com base num plano de Evander Lewis, que ele havia congeminado ainda na saudosa República de Havana, foi estabelecido que o Tesouro de Portugal e algarves era, a um primeiro nível, os seus cidadãos e cidadãs - os motores de toda a actividade, e depois, as páginas de internet.

A partir do estabelecimento de um valor do ordenado médio, calculou-se quanto se gastaria para pagar esse ordenado a cada um dos cidadãos activos pelo prazo de 5 anos. Somou-se a essa resultado um outro cálculo para determinar quanto custaria manter cada uma das páginas de RUPA pelo mesmo período de 5 anos. Assim se determinou o valor total do Tesouro Real, ou a quantidade de dinheiro que se haveria de introduzir no sistema. Chegou-se a este número:

260,000$00 (duzentos e sessenta mil réis ou mérreis)

- Decreto-Lei n.º 03/2006.1, de 26 de Fevereiro, Da Regulamentação e Directrizes Económicas
- Decreto-Lei n.º 04/2006.1, de 28 de Fevereiro, Da Forma de Cálculo do Tesouro Nacional e Emissão de Moeda

Um novo problema surgiu - Como distribuir este dinheiro pelos cidadãos?
Ao invés de abordarmos o problema de uma forma pai-natalícia, decidiu-se pela contenção. No geral, o dinheiro seria distribuído por dois canais:

- Ordenados da função pública;
- Empréstimos bancários.

Apesar disto, achou-se por bem instituir o SISM (portaria abaixo), que daria 16$00 a cada cidadão, i.e., 80% do salário mínimo. Muitos acusaram o Primeiro-ministro (eu) de forreta, mas o princípio de anti-virtualismo excessivo esteve sempre em acção. A economia portuguesa-algarvia pretendia ser um incentivo ao empreendedorismo e não uma distribuição caridosa de dinheiro. Os governos teriam a responsabilidade de agilizar a entrada do dinheiro na economia de forma sustentável e rigorosa.


- Portaria Ministerial n.º 2/2006.1, de 1 de Março, Do Subsídio de Instalação do Sistema Económico (Ministério da Economia e Finanças)

Origens
O BPA foi desenvolvido pelo cidadão nacional Ivo Noleto (nome macro: Marcelino Neto). Inicialmente o projeto era mais ambicioso, conforme se pode ver pelas várias funções que estão desabilitadas.
No entanto, o BPA foi inaugurado com as funções básicas para transferência de dinheiro de contas para conta. O sistema baseia-se numa base de dados excel, online em Asp.net.
A sua maior falha é a impossibilidade de um cliente pode abrir a sua conta, tendo que ser o gerente a introduzir os dados diretamente na base de dados. Ainda assim, desde 2004 que se foi desenvolvendo procedimentos técnicos e legislação para a introdução de um sistema monetarista em RUPA.

Evolução
Quando o meu pai e fundador do Reino Unido, D. Felipe IV abdicou, em finais de 2006, passou-me a posse do Banco de Portugal e Algarves.
Pela sua própria construção, o BPA foi desenvolvido para albergar vários tesouros nacionais e sistemas bancários diferentes. Assim, após o início da atividade monetarista portuguesa-algarvia em 2005, o BPA abriu sistemas bancários paras as seguintes micronações:

- Reino da França (2009) (código de país: 2) – através de Contrato Internacional Público, em vigor, com asinatura de tratado que efetiva uma ligação económica e câmbio;
- Império da Bélgica (código de país: 3) – sem contrato escrito, mas verbal em vigor, apesar da inatividade da micronação;
- Reino de Santa Maria (código de país: 4) – sem contrato escrito, mas verbal em vigor, apesar da inatividade da micronação.

Hoje
Atualmente, o BPA está na sua plataforma principal, comercial, em https://communities.cyclos.org/pa, usando tecnologia da Cyclos e em seu alojamento cedido.

Nos primeiros anos de funcionamento, estava numa base da dados mysql, em utilização conjunta pelo Reino da França Micronacional, através do BPA-Paris, desde 2009 até recentemente.
O BPA é dirigido por um Governador, mas está dependente diretamente do Ministério da Economia e do Real Conselho de Política Económica (constituído por representantes dos poderes moderador, executivo e legislativo).

GOVERNADORES
31.5.2004 - ? - Ivo Noleto
12.11.2005 - ? - Alexis Fouttar de Tocqueville
Setembro/2006 - ? - António Fábio de Vigo e Ourense

26.12.2013 - ? -Tibério Tibas 

Relatórios BPA
Abril 2006
Dos 7,148$33 que circularam durante o mês, em 29 transferências, 6,884$33 (96,3 %) foram movimentados a partir de contas de empresas ou autoridades públicas, enquanto que 246$00 (3,7 %) foram-no por cidadãos, empresas ou instituições privadas.

Maio 2006
- O Valor Total de dinheiro movimentado baixou de 7148$33 (em Abril) para 5337$83 (descida de cerca de 1/4), devido a uma segunda quinzena quase sem movimentos económicos. - As Transferências, por sua vez, subiram de 29 (Abril) para 36, mantendo a sua tendência de subida estável, desde o início do sistema económico. - O Valor Médio por Transferência desceu de 246$49 (Abril) para 148$27, talvez motivado pelo único empréstimo feito pelo BPA e que foi imeditamente amortizado.  - A Distribuição Percentual entre o Sector Público e Privado atingiu níveis inauditos este mês com a seguinte distribuição: SECTOR PÚBLICO - 57,3 % - referente a transferências originadas de organismos públicos e do Tesouro Nacional; SECTOR PRIVADO - 42,7 % - referente a transferências originadas de organismos privados (pessoas, empresas, fundações, etc.)

terça-feira, 1 de março de 2005

Partidos Políticos: Partido Conservador Imperial

PARTIDO CONSERVADOR IMPERIAL
Entre Março e Outubro de 2005, o Partido Conservador Imperial nasce, resultado da fusão do Partido Conservador e do Partido Conservador Indiano.

ELEIÇÕES
III Eleições Legislativas (4.10.2005)
É o segundo partido mais votado, com 3 votos (30%), elegendo dois deputados, formando oposição.

IV Eleições Legislativas (28.3.2006)
É o segundo partido mais votado, com 3 votos (30%), elegendo dois deputados, formando oposição, sob a liderança de Lucas v. Weissenadlers (Baqueiro).

V Eleições Legislativas (3.8.2006)
É o segundo partido mais votado, com 1 votos (14,29%%), elegendo um deputado, formando oposição, sob a liderança de António Fabio D'Almeida.

VI Eleições Legislativas (21.8.2007)
Vence, sem concorrência, com 4 votos (80%), elegendo os 5 deputados (só conseguindo ocupar 3), formou o V Governo Constitucional, sob a liderança de Antonio Fábio D'Almeida Murta Ribeiro da Santa Cruz.

VII Eleições Legislativas (2.2.2012)
Vence, sem concorrência, com 3 votos (75%), elegendo 3 deputados, formou o VI Governo Constitucional, sob a liderança de Mário de Bragança e Feitos.

domingo, 16 de novembro de 2003

Partidos Políticos: Partido Liberal / Partido Liberal Radical

PARTIDO LIBERAL
Fundado em Coimbra, a 16 de Novembro de 2003, através do Manifesto Liberal, por Alexis Fouttar de Tocqueville, o PL , com um programa político liberalista clássico.

ELEIÇÕES
I Eleições Legislativas (14.9.2004)

Venceu, coligado com o Partido Democrata Português, com 8 votos (83,3%), elegeu 4 deputados, formou o I Governo Constitucional, sob a liderança de Filipe Pombo Quinta Gonçalves de Bragança e Feitos, do PDP.


Até Fevereiro de 2005, o Partido Liberal muda de nome para Partido Liberal Radical.

III Eleições Legislativas (4.10.2005)

Venceu com 5 votos (50,0%), elegeu 3 deputados,  formou o III Governo Constitucional, sob a liderança de Jorge de Bragança e Feitos.

V Eleições Legislativas (28.3.2006)

Não participou nas eleições anteriores, mas vence, coligado com o Partido Democrata Português, com 14 votos (77,77%), elegeu 3 deputados,  formando o IV Governo Constitucional, sob a liderança de Filipe Pombo Quinta Gonçalves de Bragança e Feitos (PDP).

V Eleições Legislativas (3.8.2006)

Vence, coligado com o Partido Democrata Português, com 4 votos (57,14%), elegeu 4 deputados.

Não participa nas VI Eleições Legislativas, a 21 de Agosto de 2007.

VII Eleições Legislativas (2.2.2012)

É o segundo partido mais votado, com 1 voto (25%), forma oposição, sob a liderança de Nuno Távora e Saldanha.

Volta a usado em 2014, como Partido Liberal, estando neste momento ativo e com 2 filiados.

terça-feira, 16 de setembro de 2003

Empresas: OdP / Consortium

OFICINA DA PROSA (2003-2013), Portugal e Algarves

A Companhia Oficina da Prosa foi criada a 16 de Setembro de 2003 pelo empresário algarvio Jorge de Bragança e Feitos. Como editora, foi responsável pela edição do jornal O Lusitano, com o lançamento do n.º 1, a 28 de Setembro de 2003. A OdP foi também a responsável pelos primeiros mapas habitacionais de Lisboa, com o bairro do Alto de S. Jorge e Madredeus, em 2004. Produziu também medalhas em miniatura para uso em emails.



CONSORTIUM (2011-2013), França
A Consortium foi criada em 13 de junho de 2011 em França, e depois, a 2.7.2012, no Reino Unido de Portugal e Algarves, através do Alvará de Actividade Económica n.º 2/2012. Os seus produtos eram semelhantes aos oferecidos pela OdP. A Maison Phaleristique, com a sua produção de medalhas micro, vincou o seu nome em Paris.

CONSORTIUM (2013- ), Multinacional
Em 2013, a Consortium francesa e a Oficina da Prosa aprovaram uma fusão, sob o nome de Consortium.
Sediada em Lisboa, e com escritórios em Paris e Faro, a Consortium labora no ramo dos serviços financeiros e abarca empresas de diversos ramos produtivos, nomeadamente o Sport União e Glória, a Maison Phaleristique e a LusitanoPress.

Diretor Geral: Jorge de Bragança e Feitos.

Diretor Financeiro: vago
Blogue-sede: http://consortivm.blogspot.pt/

Participação Social
Capital social de 10,000$000, divididos em 1000 ações.
(valor nominal de referência por ação: 10$000) 

Jorge de Bragança e Feitos: 324 ações (32,4%)
Felipe de Bragança e Feitos: 229 ações (22,9%)
Marcelo de Bragança e Feitos: 62 ações (6,2%)
Fernando d’Orleans et Valois: 40 ações (4,o %)
Raphael d’Orleans et Valois: 40 ações (4,o %)
Gabriel de Bragança e Feitos: 30 ações (3,o %)
Grupo Bettencourt e Richelieu: 24 ações (2,4 %)
Filipe Pombo de Bragança e Feitos: 10 ações (1,0 %)
António de Monte Real e Pacífica: 5 ações (o,5%)
Grupo 5 Quinas: 5 ações (0,5 %)
Antoine Salomon Perez: 4 ações (0,4 %)
Fundação Casa Semita: 4 ações (0,4 %)

Ações em venda (antigos acionistas com mais de 30 ações): 107 ações (10,7 %)
Ações em venda (novos acionistas): 120 ações (12,0 %)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2003

Instituições: Real Federação Portuguesa dos Desportos (2003 - )

A Instituição
A Real Federação Portuguesa de Futebol é fundada a 25 de Fevereiro de 2003, pela Ordenação Real XIV de 2003, como o órgão máximo para a administração, promoção, incentivo da prática desportiva do futebol no Reino Unido de Portugal e Algarves, seus Vice-Reinados, Províncias Ultramar e territórios portugueses além-mar. No ano seguinte, alterou o seu nome para Real Federação Portuguesa dos Desportos, de forma a tutelar outros desportos como automobilismo e xadrez.

Sede
PALÁCIO DA MARATONA
Rua Fernanda Ribeiro, n.º 1, Cidade da Corte de Lisboa

PRESIDENTES
c.  2004/2005 - Jorge de Bragança e Feitos
c.2005 - Pedro Madeira Santos
2018 – Tobias Tony

A Decorrer em 2018
IV Campeonato Nacional de Futebol ***
III Copa do Rei ***

Futebol: Competições Oficiais
I Campeonato Nacional de Futebol (2004.2) - Abelhas Clube de Futebol *
II Campeonato Nacional de Futebol (2005.1) - Clube Atlético Queluz Internacional *
III Campeonato Nacional de Futebol (2018.1) - Sport União e Glória ***

I Copa do Rei (final em Outubro de 2004) - Clube Coroado de Portugal dos Desportos * Aquaterrestres 
Final: Lusitanos Futebol Clube 0x3 C.Coroado de Portugal de D.A. [2-7 no agregado], Estádio dos Montes Hermínios, 1/10/2004, bom tempo com algumas nuvens).
II Copa do Rei (2005) - Clube Atlético Queluz Internacional 
Taça dos Dois Anos (Futebol, Julho de 2004) - Sport União e Glória dos Algarves *

Automobilismo: Competições Oficiais
I Campeonato Nacional de Velocidade 2004 (Automobilismo): Campeão de Pilotos: Henrique Halliwell
Classificação final após 2 grandes prémios, em Coimbra e Macau
1.º Henrique Halliwell (Lisboa) 14,34 s [9,91/4,43] - Campeão Português de Velocidade 2004.1
2.º Filipe Pombo (Coimbra) 15,14 s [10,36/4,78]

3.º Jorge Guerreiro (Algarves - SugaTurbo) 15,39 s [10,65/4,74]
II Campeonato Nacional de Velocidade (Automobilismo) (4 provas, resultados finais a 20.2.2005) – Campeão por Equipas: Lusitânia Speed; Campeão de Pilotos: Jorge de Feitos (Lusitânia Speed) **

Modalidades: Competições Oficiais
I Open de Micro Golfe - Rukas Pires (2 atletas)
2 Grandes Prémios a contar para o Campeonato de Fórmula Micronacional
Meeting Experimental de Atletismo (3 atletas)

A seleção de futebol participou na Copa Micromundial de 2004, passou a fase de grupos e foi eliminada na primeira eliminatória, face a Mallorca, perdendo por 1-5.

* Jogado na plataforma, hoje extinta do E-Stadium.
** Jogado no GeneRally.
*** Jogado na plataforma CMF, em https://micronacional.cf/

domingo, 16 de fevereiro de 2003

Partidos Políticos: Partido Conservador

PARTIDO CONSERVADOR
Fundado por Tiago Gawain Romanov Zeni (Galvão), a 16 de Fevereiro de 2003, o PC apresenta-se com os princípios da conservação dos baluartes da revolução filosófica de 22 de Junho de 2002  de Ordem, Justiça e Liberdade, a fidelidade total e irrestrita e a manutenção da Dinastia Reinante, Feitos e Filipina, bem como a coroa que a ela pertence por obra da Santa Trindade, assim como a luta pela democracia em solo lusitano, e o estabelecimento do Sistema parlamentar constitucional com a manutenção da Monarquia.

ELEIÇÕES
I Eleições Legislativas (14.9.2004)Foi o segundo partido mais votado, com 1 voto (16,70%), elegeu 1 deputado, liderou a oposição.


II Eleições Legislativas (4.3.2005)
Foi o segundo mais votado, coligado com o Partido Conservador Indiano, com 8 votos (72,73%), elegeu 1 deputado, liderou a oposição Martim Afonso Rodrigo de Sousa Gomes.

Entre Março e Outubro, o PC funde-se com o Partido Conservador Indiano e torna-se o Partido Conservador Imperial.

Em 2013, retorna como Partido Conservador, sob a liderança de Gonçalo de Bragança e Feitos.

sábado, 28 de setembro de 2002

Partidos Políticos: Partido Democrata Português


PARTIDO DEMOCRATA PORTUGUÊS
Fundado em 28 de Setembro, por Fernando Booze, dinamizado por Luiz Felipe da Costa Brava, e oficializado a 2 de Outubro de 2002,  o PDP é o primeiro partido político a se constituir, desde logo em 2002.

ELEIÇÕES
I Eleições Legislativas (14.9.2004)
Venceu, coligado com o Partido Liberal, com 8 votos (83,3%), elegeu 4 deputados, formou o I Governo Constitucional, sob a liderança de Filipe Pombo Quinta Gonçalves de Bragança e Feitos.

II Eleições Legislativas (4.3.2005)
Venceu com 10 votos (83,30%), elegeu 4 deputados,  formou o II Governo Constitucional, sob a liderança de Samantha Halliwell.

IV Eleições Legislativas (28.3.2006)
Não participou nas eleições anteriores, mas vence, coligado com o Partido Liberal Radical, com 14 votos (77,77%), elegeu 3 dos 4 deputados da coligação,  formando o IV Governo Constitucional, sob a liderança de Filipe Pombo Quinta Gonçalves de Bragança e Feitos.

V Eleições Legislativas (3 de Agosto de 2006)
Vence, coligado com o Partido Liberal Radical, com 4 votos (57,14%), elegeu 4 deputados.

A partir de 2007, o PDP fica inativo, sem militantes. Em inícios de 2018, foi reativado e tem 2 deputados eleitos (Aníbal Jacinto r Augusto Junior).