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sexta-feira, 6 de março de 2015

Partidos Políticos: Entrada

Numa democracia parlamentarista, os partidos políticos são espaços de encontro de ideias e de afirmação política na governação. Estes são alguns dos partidos que existiram na nossa história:


terça-feira, 26 de novembro de 2013

Documenta: Manifesto e Estatuto Partidário do Partido Liberal Democrata (26.11.2013)


PARTIDO LIBERAL-DEMOCRATA 
MANIFESTO E ESTATUTO PARTIDÁRIO

PARTE PRIMEIRA
Manifesto do Partido

       1.  Este grupo de cidadãos, que ora imbuídos de um profundo sentimento de que é necessário reformar Portugal e Algarves com fins de que se construa como uma democracia participativa, plural, onde todos os setores sociais têm direito ao pleno exercício da cidadania independentemente de sua origem, sexo, orientação política, religiosa e sexual; onde o Estado se sustente e mantenha uma economia sustentada em pilares firmes e imóveis; onde o Estado se constitua numa instituição que propugna pelo dinamismo e pela constituição duma atividade produtiva; funda o Partido Liberal-Democrata, com fins de transformar este ideário em realidade firme, constituindo-como seu programa o presente.
        2.  Quanto às questões imediatamente jurídicas, acreditamos que faz-se necessário reformar o ordenamento jurídico, com fins de imprimir uma personalidade própria, característica da criatividade do povo português-algarvio. É necessário revogar a “Lei de uso subsidiário da legislação brasileira”, que é infame e subestima a capacidade da nação em desenvolver legislações de sua própria cepa; é necessário garantir o casamento e a adoção aos homoafetivos, que lhas têm negadas, face à Constituição propugnar pelo pluralismo social; é necessário criar um código processual único, que trate dos processos civis e penais, visando o seu uso em nossas instituições; é necessário criar um código civil e comercial, um outro penal, que coadunem com os princípios de igualdade garantidos pela Carta Magna.
     3. Quanto ás questões econômicas, acreditamos que faz-se necessário desenvolver mecanismos que possibilitem a circulação da moeda nacional – não apenas através da tributação, mas também do seu uso. Acreditamos num governo que investe na parceria público-privada como método de avançar nas suas políticas de Estado e possibilitar o desenvolvimento das aptidões dos cidadãos; acreditamos num governo que desenvolve mecanismos saudáveis de acumulação do erário, mas que faz o dinheiro circular, sem a inflação e a estagnação da economia que hoje encontramos.
     4. Quanto às questões políticas, acreditamos que o voto distrital é um caminho bastante útil para desenvolver as províncias e os Estados associados ao Império Lusitano. Mantendo o parlamentarismo, e concedendo foros autonômicos às províncias e aos Estados associados, que dependerão de suas atividades para livrar-se duma tutela maior da Coroa em seus assuntos, gradativamente, garantiremos: o desenvolvimento regional; a atividade regional; a atividade nacional; e um melhor uso do imenso capital humano que hoje temos.
       5.  Quanto às questões de sistema de governo, acreditamos que o melhor caminho é representado pela monarquia constitucional parlamentarista, regime tradicional que caracteriza mais do que qualquer questão o povo português.
     6. Quanto às questões culturais, acreditamos que a cultura portuguesa-algarvia, e dos Estados membros, devem ser respeitadas. Investir na cultura, com mecanismos como o reconhecimento do estatuto de oficiais das línguas regionais, como o mirandês e o galego, traduzem-se em investimento direto na atividade e na produção útil de ferramentas caracterizadoras da nação.

PARTE SEGUNDA
ESTATUTO PARTIDÁRIO

Art. I – O Partido Liberal-Democrata é uma associação de direito privado caracterizado como partido político, que propugna pelo liberalismo social e pela social-democracia, em plano econômico e político, e pela monarquia constitucional parlamentarista, assentando-se no espectro político de centro-esquerda.

Art. II – São órgãos do Partido Liberal-Democrata:
a)      A Presidência;
b)      A Liderança;
c)      A Convenção.

Art. III – A Presidência do Partido Liberal-Democrata é responsável por administrar os negócios do partido. O Presidente é eleito diretamente pela convenção, sem mandato fixo.
§1º - O Presidente do Partido é mantido na posição ao prazer da Convenção.
§2º - Mensalmente, deverá oferecer à Convenção Liberal-Democrata relatório, constando da lista de bens do partido e da relação de filiados.
§3º - O Presidente do Partido é o responsável por emitir os boletins de filiação.

Art. IV – A Liderança do Partido é responsável por liderar politicamente o partido. O Líder do Partido é eleito diretamente pela convenção, sem mandato fixo.
§1º - O Líder do Partido é mantido na posição ao prazer da Convenção.
§2º - O Líder do Partido é o Vice-Presidente do Partido
§3º - O Líder do Partido é responsável pela decretação de questão fechada na votação de legislações propostas junto às Cortes Gerais e a outros órgãos do governo.
§4º - O Líder do Partido é sempre o cabeça-de-lista do Partido em eleições. Deverá sempre ser deputado às Cortes Gerais, exceto nos momentos em que o Partido não constitua a deputação.

Art. V – A Convenção é composta pelos membros do partido. Poderá reunir-se sempre que um membro do partido proponha. Seu poder é absoluto, podendo reformar qualquer decisão, e desafiar qualquer liderança.

Art. VI – Os membros do Partido só poderão ser desfiliados:
a)      Por vontade própria;
b)      Por voto contrário ao determinado por questão fechada;
c)      Por grave questão que ofenda à ética e ao decoro, no que serão julgados, especificamente, pela convenção, através de justificação e voto.

Art. VII – Todo membro do Partido Liberal-Democrata que exerça função pública sob indicação do partido deverá destinar 10% (dez por cento) do subsídio percebido ao patrimônio partidário.

Art. VIII – O Partido Liberal-Democrata têm foro na corte de Lisboa.

Art. IX – Este Estatuto só poderá ser emendado com o apoio de 2/3 (dois terços) da convenção.

Lisboa, 26 de novembro de 2013.

MÁRIO DE BRAGANÇA E FEITOS – Presidente do Partido Liberal-Democrata
LUCAS DE BAQUEIRO – Líder do Partido Liberal-Democrata
NELSON WEBER – Membro do Partido-Liberal-Democrata

Partidos Políticos: Partido Democrata Liberal

PARTIDO DEMOCRATA LIBERAL
Fundado em Lisboa, a 26 de novembro de 2013, por Mário de Bragança e Feitos (Presidente), Lucas de Baqueiro e Nelson Weber.

ELEIÇÕES
IX Eleições Legislativas (23.12.2013)
É o partido mais votado, com 8 votos (72,73%), elegendo 4 deputados e formando o VIII Governo Constitucional, liderado por Lucas Baqueiro.


terça-feira, 1 de março de 2005

Partidos Políticos: Partido Conservador Imperial

PARTIDO CONSERVADOR IMPERIAL
Entre Março e Outubro de 2005, o Partido Conservador Imperial nasce, resultado da fusão do Partido Conservador e do Partido Conservador Indiano.

ELEIÇÕES
III Eleições Legislativas (4.10.2005)
É o segundo partido mais votado, com 3 votos (30%), elegendo dois deputados, formando oposição.

IV Eleições Legislativas (28.3.2006)
É o segundo partido mais votado, com 3 votos (30%), elegendo dois deputados, formando oposição, sob a liderança de Lucas v. Weissenadlers (Baqueiro).

V Eleições Legislativas (3.8.2006)
É o segundo partido mais votado, com 1 votos (14,29%%), elegendo um deputado, formando oposição, sob a liderança de António Fabio D'Almeida.

VI Eleições Legislativas (21.8.2007)
Vence, sem concorrência, com 4 votos (80%), elegendo os 5 deputados (só conseguindo ocupar 3), formou o V Governo Constitucional, sob a liderança de Antonio Fábio D'Almeida Murta Ribeiro da Santa Cruz.

VII Eleições Legislativas (2.2.2012)
Vence, sem concorrência, com 3 votos (75%), elegendo 3 deputados, formou o VI Governo Constitucional, sob a liderança de Mário de Bragança e Feitos.

domingo, 16 de novembro de 2003

Partidos Políticos: Partido Liberal / Partido Liberal Radical

PARTIDO LIBERAL
Fundado em Coimbra, a 16 de Novembro de 2003, através do Manifesto Liberal, por Alexis Fouttar de Tocqueville, o PL , com um programa político liberalista clássico.

ELEIÇÕES
I Eleições Legislativas (14.9.2004)

Venceu, coligado com o Partido Democrata Português, com 8 votos (83,3%), elegeu 4 deputados, formou o I Governo Constitucional, sob a liderança de Filipe Pombo Quinta Gonçalves de Bragança e Feitos, do PDP.


Até Fevereiro de 2005, o Partido Liberal muda de nome para Partido Liberal Radical.

III Eleições Legislativas (4.10.2005)

Venceu com 5 votos (50,0%), elegeu 3 deputados,  formou o III Governo Constitucional, sob a liderança de Jorge de Bragança e Feitos.

V Eleições Legislativas (28.3.2006)

Não participou nas eleições anteriores, mas vence, coligado com o Partido Democrata Português, com 14 votos (77,77%), elegeu 3 deputados,  formando o IV Governo Constitucional, sob a liderança de Filipe Pombo Quinta Gonçalves de Bragança e Feitos (PDP).

V Eleições Legislativas (3.8.2006)

Vence, coligado com o Partido Democrata Português, com 4 votos (57,14%), elegeu 4 deputados.

Não participa nas VI Eleições Legislativas, a 21 de Agosto de 2007.

VII Eleições Legislativas (2.2.2012)

É o segundo partido mais votado, com 1 voto (25%), forma oposição, sob a liderança de Nuno Távora e Saldanha.

Volta a usado em 2014, como Partido Liberal, estando neste momento ativo e com 2 filiados.

domingo, 16 de fevereiro de 2003

Partidos Políticos: Partido Conservador

PARTIDO CONSERVADOR
Fundado por Tiago Gawain Romanov Zeni (Galvão), a 16 de Fevereiro de 2003, o PC apresenta-se com os princípios da conservação dos baluartes da revolução filosófica de 22 de Junho de 2002  de Ordem, Justiça e Liberdade, a fidelidade total e irrestrita e a manutenção da Dinastia Reinante, Feitos e Filipina, bem como a coroa que a ela pertence por obra da Santa Trindade, assim como a luta pela democracia em solo lusitano, e o estabelecimento do Sistema parlamentar constitucional com a manutenção da Monarquia.

ELEIÇÕES
I Eleições Legislativas (14.9.2004)Foi o segundo partido mais votado, com 1 voto (16,70%), elegeu 1 deputado, liderou a oposição.


II Eleições Legislativas (4.3.2005)
Foi o segundo mais votado, coligado com o Partido Conservador Indiano, com 8 votos (72,73%), elegeu 1 deputado, liderou a oposição Martim Afonso Rodrigo de Sousa Gomes.

Entre Março e Outubro, o PC funde-se com o Partido Conservador Indiano e torna-se o Partido Conservador Imperial.

Em 2013, retorna como Partido Conservador, sob a liderança de Gonçalo de Bragança e Feitos.

sábado, 28 de setembro de 2002

Documenta: Fundação do Partido Democrata Português (28.9.2002)

É com muito orgulho que hoje, dia 28 de Setembro de 2002, venho fundar o primeiro partido Português, o PDP - Partido Democrata Português, qual segue o estatuto abaixo:
ESTATUTO DO PARTIDO DEMOCRATA PORTUGUÊS
Art.I - A Agremiação Política determinada do Partido Democrata Português tem por Princípios Básicos e Integrais:
I. A democracia baseada no Principio do socialismo, das instituições democratas,do sitema de governo e da eleição por votos.
II. A concordância e o apoio à Democracia Portuguesa.
IV. O respeito e a discussão das leis, da constituição e da ordem governamental pré - estabelecida.
Art.II - O Partido Democrata Português jamais fará distinção de seus membros, sendo requisito para sê-lo apenas o Socialismo Democrata como idealismo político.
Art.III - Poderão ser criadas correntes ideológicas menores dentro do Partido Democrata Português.
Art.IV - O Presidente do Partido tem mantado de 5 meses, podendo ser reeleito 3 vezes.
Art.V - Deverá tomar posse com o presidente,uma junta de secretários escolhidos pela votação interna do partido, o Secretário Geral será o novo presidente no caso do presidente em exercício tiver que se ausentar por qualquer motivo, ou tiver que se ausentar permanentemente.
PARÁGRAFO ÚNICO-Sobre as metas orgânicas:
As Metas orgânicas poderão ser propostas por qualquer membro do partido e imediatamente debatidas no parlamento pela bancada lá representada.
Art.V - O Presidente do Partido Democrata Português leva o título de "Supremo Líder Democrata",podendo ele anexar este título à sua assinatura oficial, podendo abreviar para "S.L.D.", o estandarte (logomarca com o simbolo e iniciais do partido) do partido deverá ser obrigatoriamente colocado nas mensagem do presidentes referentes exclusivamente ao partido.
Art.VI - A sede do Partido Democrata Portugês na capital, cidade de Lisboa.
Art.VII - As lideranças regionais do partido serão chamadas "Condestados regionais", e seus líderes serão eleitos dentre os membros do Partido nessas regiões, recebendo este líder o título de "Condestável de (região)".
Art.VIII - O Partido Democrata Português toma estas linhas como seu Estatuto, tomando respeito e obediência à Constituição Real e às Leis restantes do Reino Unido de Portugal e Algarves.
Está fundado nessa data o Partido Democrata Português
Cidade De Lisboa, 28 de Setembro de 2002
Fernando Booze

Fundador do Partido Democrata Português

Partidos Políticos: Partido Democrata Português


PARTIDO DEMOCRATA PORTUGUÊS
Fundado em 28 de Setembro, por Fernando Booze, dinamizado por Luiz Felipe da Costa Brava, e oficializado a 2 de Outubro de 2002,  o PDP é o primeiro partido político a se constituir, desde logo em 2002.

ELEIÇÕES
I Eleições Legislativas (14.9.2004)
Venceu, coligado com o Partido Liberal, com 8 votos (83,3%), elegeu 4 deputados, formou o I Governo Constitucional, sob a liderança de Filipe Pombo Quinta Gonçalves de Bragança e Feitos.

II Eleições Legislativas (4.3.2005)
Venceu com 10 votos (83,30%), elegeu 4 deputados,  formou o II Governo Constitucional, sob a liderança de Samantha Halliwell.

IV Eleições Legislativas (28.3.2006)
Não participou nas eleições anteriores, mas vence, coligado com o Partido Liberal Radical, com 14 votos (77,77%), elegeu 3 dos 4 deputados da coligação,  formando o IV Governo Constitucional, sob a liderança de Filipe Pombo Quinta Gonçalves de Bragança e Feitos.

V Eleições Legislativas (3 de Agosto de 2006)
Vence, coligado com o Partido Liberal Radical, com 4 votos (57,14%), elegeu 4 deputados.

A partir de 2007, o PDP fica inativo, sem militantes. Em inícios de 2018, foi reativado e tem 2 deputados eleitos (Aníbal Jacinto r Augusto Junior).